Translations:Sonification in practice/73/pt

From Soundscapes
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Num sistema de sonificação, que é o nosso produto final, os dados constituem a fonte do motor sonoro, e determinados sons específicos serão o resultado final. As entradas e as saídas são mapeadas entre si seguindo um protocolo que estabelece quais os sons que são reproduzidos em função de quais dados. Por isso, em primeiro lugar, precisamos de conhecer e compreender os dados que pretendemos sonificar. Temos de saber o que queremos transmitir com o nosso sistema — sobre o que vamos falar. Temos de saber como os dados mudam (normalmente temos dados baseados no tempo, mas também podem existir dados com referência espacial, como mapas) e que características do seu comportamento queremos representar. Por exemplo, se tiver um único valor (como a luminosidade de uma estrela, a posição linear de um carro, a quantidade de gostos num canal do YouTube, o número de novas publicações na Wikipédia, etc.), pode optar por reproduzir um som quando esse valor for superior a um determinado valor-limite, ou reproduzir um som que se torne mais alto à medida que os valores aumentam, ou um som quando os valores estão a aumentar ou a diminuir ao longo do tempo. Em alguns casos, é útil determinar o valor mais alto e o mais baixo dentro de todo o intervalo de valores disponíveis. Em termos de saídas, isto pode ajudar a definir um «conjunto» de valores iniciais que pode definir o intervalo de desvios na saída. Podemos destacar certas características dos dados. Existem muitos tipos de dados. Os mais comuns são: