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O nosso sentido da audição é capaz de se concentrar num som específico entre muitos outros (ver o «efeito festa de cocktail») | O nosso sentido da audição é capaz de se concentrar num som específico entre muitos outros (ver o «efeito festa de cocktail») <ref>Arons, B. (1992). A review of the cocktail party effect. Journal of the American Voice I/O Society, 12(7), 35-50.</ref> com base no timbre. O nosso sistema auditivo consegue processar informação a uma velocidade muito superior à do nosso sistema visual. Por exemplo, enquanto o vídeo é normalmente atualizado a 60 fotogramas por segundo (60 Hz), o áudio padrão é amostrado 44 100 vezes por segundo (44,1 kHz). Isto significa que mesmo um único e breve pico num sinal de áudio — com a duração de apenas uma amostra — é instantaneamente percebido como um «clique» distinto. Como resultado, a audição permite-nos monitorizar múltiplas camadas de informação simultaneamente, muitas vezes de forma mais eficiente do que apenas através da perceção visual <ref>Kramer, G., Walker, B. N., Bonebright, T., Cook, P., Flowers, J., Miner, N., et al. (1999). The Sonification Report: Status of the Field and Research Agenda. Relatório elaborado para a National Science Foundation por membros da International Community for Auditory Display. Santa Fe, NM: International Community for Auditory Display (ICAD).</ref>. | ||
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O nosso sentido da audição é capaz de se concentrar num som específico entre muitos outros (ver o «efeito festa de cocktail») [1] com base no timbre. O nosso sistema auditivo consegue processar informação a uma velocidade muito superior à do nosso sistema visual. Por exemplo, enquanto o vídeo é normalmente atualizado a 60 fotogramas por segundo (60 Hz), o áudio padrão é amostrado 44 100 vezes por segundo (44,1 kHz). Isto significa que mesmo um único e breve pico num sinal de áudio — com a duração de apenas uma amostra — é instantaneamente percebido como um «clique» distinto. Como resultado, a audição permite-nos monitorizar múltiplas camadas de informação simultaneamente, muitas vezes de forma mais eficiente do que apenas através da perceção visual [2].
- ↑ Arons, B. (1992). A review of the cocktail party effect. Journal of the American Voice I/O Society, 12(7), 35-50.
- ↑ Kramer, G., Walker, B. N., Bonebright, T., Cook, P., Flowers, J., Miner, N., et al. (1999). The Sonification Report: Status of the Field and Research Agenda. Relatório elaborado para a National Science Foundation por membros da International Community for Auditory Display. Santa Fe, NM: International Community for Auditory Display (ICAD).